Essa é outra habilidade vital que a faculdade de arquitetura não aborda. Recomendo fortemente que você faça um curso de finanças empresariais ou leia livros sobre como entender, implementar e monitorar o desempenho financeiro da sua empresa. Só depois de alguns anos no mercado e trabalhando com uma equipe de consultores é que conseguimos controlar nossas finanças. Depois de compreender as finanças da empresa e ter as ferramentas necessárias para analisar dados históricos e acompanhar o desempenho atual, é fundamental começar o planejamento financeiro para o futuro.
Em vez de tomar decisões baseadas em intuição, opiniões pessoais ou palpites, comece a planejar a gestão da sua empresa com base em análises e projeções financeiras. Projetos financeiros podem indicar o melhor momento para contratar, o nível de experiência necessário para o candidato, quando pode ser preciso reduzir a equipe e quais investimentos podem ser feitos em equipamentos de escritório ou na atualização de softwares.
Você deve ter uma noção da lucratividade de cada projeto e da empresa como um todo, ser capaz de prever a receita futura e implementar sistemas que o ajudem a alcançá-la. Na minha empresa anterior, fazíamos reuniões financeiras quinzenais com nosso consultor para analisar o desempenho passado e considerar as necessidades e decisões financeiras futuras. Realizávamos auditorias mensais (contabilidade, faturamento, etc.) e revisões trimestrais do desempenho passado. No último trimestre de cada ano, também elaborávamos um orçamento anual e projeções financeiras para o ano seguinte. Além disso, acompanhávamos as finanças de projetos individuais e funcionários para entender a lucratividade, o desempenho, a receita, o fluxo de caixa e tomar decisões sobre a equipe.