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  • Como a limpeza da rua afeta a valorização das casas

    Como a limpeza da rua afeta a valorização das casas Quando pensamos em valorizar um imóvel, a primeira ideia que vem à mente é uma reforma interna ou uma pintura nova. No entanto, o mercado imobiliário prova que o valor de uma propriedade não termina no portão. A conservação e a limpeza da rua são fatores decisivos na precificação e na velocidade de venda de uma casa ou apartamento. A primeira impressão e o “Curbside Appeal” No setor imobiliário, utilizamos o termo curbside appeal (apelo da calçada). Ele se refere à impressão que o comprador tem ao estacionar o carro em frente ao imóvel. Se a rua apresenta lixo acumulado, entulho ou falta de varrição, o cérebro do cliente associa o local ao desleixo e à insegurança. Uma rua limpa e bem cuidada cria uma conexão emocional positiva imediata. Ela transmite a mensagem de que a vizinhança é organizada e que os moradores zelam pelo patrimônio coletivo. Sensação de segurança e saúde Ruas sujas atraem pragas e sugerem abandono. Para um investidor ou uma família que busca um novo lar, a limpeza pública é um indicador indireto de segurança.

    Locais onde o poder público e a comunidade mantêm a higiene em dia costumam ser percebidos como áreas mais seguras e valorizadas para se viver. Por outro lado, o acúmulo de resíduos pode afastar potenciais compradores, forçando o proprietário a baixar o preço para conseguir fechar o negócio. Impacto direto no preço final Estudos indicam que imóveis localizados em ruas bem conservadas e limpas podem ter uma valorização de 10% a 15% superior a propriedades similares em ruas degradadas. Além do valor financeiro, a liquidez aumenta: casas em ruas limpas vendem muito mais rápido. Para corretores e proprietários, a dica é clara: a manutenção da fachada e da calçada deve ser acompanhada pela atenção ao entorno. Se a rua precisa de cuidados, mobilizar a vizinhança ou cobrar a prefeitura não é apenas uma questão de cidadania, mas um investimento estratégico no seu patrimônio imobiliário.

    https://www.remax.com.br/casas-a-venda-em-jaguariuna/

  • O papel do cirurgião de cabeça e pescoço na equipe multidisciplinar

    biopsia da tireoide resultados
    A descoberta de um nódulo endurecido no pescoço durante o banho ou uma rouquidão que insiste em não passar após semanas costuma ser o ponto de partida de uma jornada angustiante. O paciente, mergulhado em incertezas, frequentemente se vê diante de um emaranhado de especialistas: o oncologista clínico, o radioterapeuta, o fonoaudiólogo e o nutricionista. No centro desse ecossistema, o cirurgião de cabeça e pescoço atua não apenas como o executor de um procedimento, mas como o arquiteto de uma estratégia de sobrevivência e reabilitação. Muitas vezes, a primeira dúvida que surge no consultório é: “Doutor, por que eu preciso de tantos médicos se o problema é só uma ferida na boca ou um nódulo na tireoide?”. A resposta reside na complexidade anatômica da região. Imagine o pescoço como um corredor estreito onde passam vias respiratórias, digestivas, grandes artérias e nervos fundamentais para a fala e os movimentos da face.

    Qualquer intervenção aqui exige uma precisão milimétrica. O maestro da estratégia terapêutica O papel do cirurgião vai muito além da sala de operações. Em casos de carcinoma epidermoide — um tipo frequente de tumor que se origina nas células que revestem a boca e a garganta —, a decisão de operar ou encaminhar para radioterapia e quimioterapia é tomada em conjunto. O cirurgião é quem avalia a “ressecabilidade”: é possível remover o tumor preservando a função da fala? Se removermos parte da mandíbula, como será a reconstrução? Aqui entra a importância da equipe multidisciplinar.

    Em uma reunião técnica (frequentemente chamada de Tumor Board), o cirurgião discute com o radiologista as imagens de tomografia e ressonância para mapear a extensão exata da doença. Se o plano envolve a retirada parcial da laringe, o fonoaudiólogo já é acionado antes mesmo da cirurgia para preparar o paciente para os novos mecanismos de deglutição e fonação. Esse cuidado evita que o paciente se sinta “abandonado” após a alta hospitalar, um medo muito comum. Quando o bisturi é apenas uma das ferramentas Nem tudo é câncer.

    Tratamos infecções profundas, abcessos cervicais e doenças das glândulas salivares que podem causar paralisia facial se não forem manejadas com perícia. No entanto, o diagnóstico precoce continua sendo o nosso maior aliado. Um exemplo prático: um tumor de laringe detectado precocemente pode ser tratado com uma cirurgia minimamente invasiva por via oral, preservando a voz quase integralmente. Se ignorado, pode exigir uma laringectomia total, mudando a vida do paciente para sempre.

  • O que define um planejamento de sucesso para a troca programada de veículo

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    Você já parou para calcular quanto do seu esforço mensal acaba ficando retido no caixa de um banco toda vez que você decide trocar de carro pelo caminho mais curto? É uma cena comum: o desejo pela tecnologia nova ou a necessidade de um porta-malas maior fala mais alto, e a solução imediata é um financiamento de 48 ou 60 meses. O problema é que, ao final desse ciclo, você pagou por dois carros e levou apenas um, enquanto o bem em si já se desvalorizou drasticamente. O planejamento de sucesso para a troca programada de veículo nasce justamente da quebra desse ciclo de urgência. Recentemente, atendi um cliente, o Marcos, que estava cansado de ver seu patrimônio estagnar por causa de juros abusivos. Ele queria trocar sua picape por um SUV premium em dois anos. Em vez de esperar o momento da necessidade extrema, começamos a estruturar um consórcio de veículos como ferramenta estratégica. A lógica do autofinanciamento vs. a pressa do juro A grande diferença entre quem apenas “compra um carro” e quem “constrói patrimônio” reside na paciência estratégica. No consórcio, eliminamos a figura do juro bancário e trabalhamos com a taxa de administração, que é diluída ao longo de todo o período. Para o Marcos, isso significou que cada real investido estava, de fato, sendo direcionado para o valor do bem, e não para o lucro da instituição financeira. Um planejamento vencedor não depende apenas da sorte em uma contemplação por sorteio. Ele se baseia na previsibilidade. Analisamos o fluxo de caixa dele e identificamos que ele poderia ofertar um lance no décimo oitavo mês, utilizando o valor da venda do carro atual. Essa é a “alavancagem patrimonial” aplicada ao dia a dia: você usa o seu bem usado como moeda de troca para potencializar a sua carta de crédito. O “pulo do gato” técnico: O lance embutido Muita gente ignora uma funcionalidade poderosa: o lance embutido. No caso do Marcos, ele não tinha todo o valor em mãos para dar um lance competitivo de imediato. Estruturamos o plano para que ele utilizasse uma porcentagem da própria carta de crédito para turbinar o lance. Isso reduziu o tempo de espera e, consequentemente, o valor das parcelas restantes. Essa organização financeira pessoal permite que você chegue à concessionária com o “poder do dinheiro à vista”. Quando você tem uma carta de crédito na mão, você não é um devedor pedindo um favor ao banco; você é um comprador com liquidez imediata, o que garante margem para negociar descontos que, muitas vezes, cobrem toda a taxa de administração do grupo de consórcio. A construção de um hábito patrimonial Trocar de carro de forma programada é, acima de tudo, um exercício de educação financeira.

    Em vez de reagir a um problema (como o carro velho começando a dar manutenção), você se antecipa a ele. O sucesso aqui é definido pela capacidade de enxergar o veículo não como um gasto, mas como uma etapa de um planejamento de longo prazo. Ao final do processo, o Marcos não apenas pegou as chaves do SUV novo. Ele percebeu que, ao evitar o financiamento tradicional, “sobrou” no orçamento uma fatia considerável que ele já começou a direcionar para um consórcio imobiliário. Ele transformou um hábito de consumo em um motor de crescimento patrimonial. Planejar a troca de um veículo exige menos planilhas complexas e mais clareza de objetivos. É entender que o tempo pode trabalhar a seu favor se você estiver disposto a sair da manada que paga juros para entrar no grupo que investe em conveniência e liberdade. No fim das contas, a melhor sensação não é apenas o cheiro de carro novo, mas a tranquilidade de saber que cada centavo daquela conquista foi otimizado pela inteligência estratégica.

  • Como lidar com a burocracia do registro de imóveis

    Como lidar com a burocracia do registro de imóveis
    Comprar um imóvel é a realização de um sonho, mas o caminho entre a escolha da unidade e a
    entrega das chaves é pavimentado por papéis, selos e carimbos. No Brasil, existe uma máxima
    jurídica essencial: “Quem não registra, não é dono”.
    Se você quer evitar dores de cabeça e agilizar o processo, confira estas dicas práticas para
    lidar com a burocracia do registro de imóveis.
    1. Diferencie Escritura de Registro
    O erro mais comum é achar que a Escritura Pública já garante a propriedade. A escritura, feita
    no Tabelionato de Notas, é apenas o contrato que formaliza a venda. O que transfere a
    propriedade de fato é o Registro do Imóvel, realizado no Cartório de Registro de Imóveis (CRI)
    da região onde o bem está localizado.
    2. Organize a documentação com antecedência
    A burocracia trava quando faltam certidões. Para não perder tempo, tenha em mãos:
    Documentos pessoais (RG, CPF e comprovante de residência).
    Certidão de nascimento ou casamento (com averbação de divórcio, se houver).
    Certidões Negativas de Débitos (federais, estaduais e municipais).
    Matrícula atualizada do imóvel.
    Guia do ITBI paga.
    3. Prepare o bolso para as taxas
    A burocracia também envolve custos. Além do valor do imóvel, você deve reservar entre 4% e
    6% do valor do bem para cobrir o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) e os
    emolumentos cartorários. Sem o comprovante de pagamento do imposto municipal, o cartório
    não dará seguimento ao registro.
    4. Atenção aos prazos
    Após levar a documentação ao Cartório de Registro de Imóveis, o oficial tem um prazo legal
    (geralmente de 15 a 30 dias) para analisar os papéis. Se houver alguma “exigência” (correção
    necessária), o prazo é interrompido e recomeça após a entrega da nova documentação. Por
    isso, revise tudo antes de protocolar.

    https://www.imobiliariamota.com.br/imoveis/para-alugar/casa/sao-jose-dos-pinhais
    5. Conte com ajuda profissional
    Para investidores e compradores de primeira viagem, contar com um corretor de imóveis
    experiente ou um despachante imobiliário é o melhor investimento. Esses profissionais
    conhecem os atalhos legais e os trâmites específicos de cada cartório, evitando que o processo
    fique parado por erros simples.
    Lidar com a burocracia exige paciência e organização, mas garantir que o imóvel esteja
    legalmente em seu nome é a única forma de proteger seu patrimônio.

    Imobiliária Mota – Imóveis em Curitiba
    Mal. Deodoro, 2044 – Alto da XV, Curitiba – PR, 80045-090
    (41) 3029-3443

  • 10 mitos e verdades sobre o transplante capilar que você deve conhecer

    10 mitos e verdades sobre o transplante capilar que você deve conhecer
    A calvície atinge milhões de pessoas, e o transplante capilar se tornou a solução definitiva mais procurada. No entanto, ainda existem muitas dúvidas e informações erradas circulando.
    Para ajudar você a entender melhor o procedimento, listamos 10 mitos e verdades
    fundamentais.
    1. O resultado fica artificial?
    Mito. Com a evolução da técnica FUE (Extração de Unidades Foliculares), os fios são
    implantados um a um, respeitando o ângulo e a direção do crescimento natural. O resultado é praticamente imperceptível.
    2. O procedimento é doloroso?
    Mito. O transplante é realizado sob anestesia local. O paciente fica acordado, mas não sente dor durante a cirurgia. O pós-operatório costuma ser tranquilo com analgésicos simples.
    3. Os fios transplantados são permanentes?
    Verdade. Os cabelos são retirados de áreas (geralmente a nuca) que não possuem o código genético para a calvície. Por isso, eles não caem com o tempo.
    4. É um procedimento exclusivo para homens?
    Mito. Mulheres também sofrem com a perda capilar e o transplante é uma excelente opção para corrigir falhas e reduzir a testa alta feminina.
    5. O resultado é imediato?
    Mito. É preciso paciência. Os fios implantados caem nas primeiras semanas (o que é normal) e começam a crescer definitivamente a partir do terceiro mês. O resultado final surge após um ano.
    6. Posso usar o cabelo de outra pessoa?
    Mito. O transplante deve ser autólogo, ou seja, do próprio paciente. O uso de fios de terceiros
    causaria rejeição imediata pelo organismo.
    7. Qualquer pessoa pode fazer o transplante?
    Verdade, mas com ressalvas. É necessária uma avaliação médica para checar se a área
    doadora é suficiente para cobrir a área calva.
    8. Fica uma cicatriz linear visível?
    Mito. Na técnica FUE, as extrações deixam apenas micro-pontos que cicatrizam rapidamente e ficam invisíveis, permitindo até o uso de cabelos bem curtos.

    mmp capilar preço
    9. Posso pintar e cortar o cabelo transplantado?
    Verdade. Após a cicatrização total e o crescimento, o cabelo é seu. Você pode lavá-lo, cortá-lo e
    pintá-lo normalmente.
    10. Serve também para barba e sobrancelhas?
    Verdade. A técnica de implante capilar pode ser usada com sucesso para preencher falhas na barba e restaurar o desenho das sobrancelhas.

    Conclusão
    O transplante capilar é seguro e eficaz. Se você sofre com a calvície, procure um especialista para avaliar o seu caso e recuperar sua autoestima!

  • A interoperabilidade é um conceito poderoso que pode ter um grande impacto nas organizações de assistência domiciliar

    É cada vez mais importante implementar sistemas que permitam acesso rápido e troca de dados precisos para promover a interoperabilidade entre os participantes do setor. No entanto, o processo de criação de uma API relativamente simples para conectar sistemas pode custar até US$ 20.000 e levar meses para ser totalmente implementado. Com o AlayaCare Connector, os usuários agora podem integrar a plataforma AlayaCare com centenas de aplicativos em minutos. “Este novo recurso abre muitas possibilidades para organizações que buscam aumentar suas capacidades operacionais”, disse Patrick Charbonneau, Vice- Presidente Sênior de Produtos da AlayaCare.

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    “Ao minimizar a entrada manual de dados e simplificar o fluxo de dados, o AlayaCare Connector permite que você dedique mais tempo a oferecer um atendimento melhor e a obter melhores resultados.” A AlayaCare oferece uma plataforma de software completa para provedores de cuidados domiciliares e comunitários gerenciarem todo o ciclo de vida do cliente, desde o encaminhamento e admissão até o faturamento, folha de pagamento e muito mais. Combinando soluções tradicionais e virtuais de cuidados domiciliares, a AlayaCare capacita provedores de saúde em todo o mundo a impulsionarem sua inovação e o futuro da saúde. Essa parceria permite que a premiada solução da Viventium seja integrada diretamente à plataforma flexível e baseada em nuvem da AlayaCare.

  • Como escolher a melhor franquia imobiliária para investir

    Como escolher a melhor franquia imobiliária para investir
    Investir em uma franquia imobiliária é um dos caminhos mais seguros para quem deseja
    empreender no setor. Ao contrário de abrir uma imobiliária do zero, o modelo de franquias
    oferece uma marca consolidada e processos já testados. No entanto, com tantas opções no
    mercado, a escolha certa exige análise técnica.
    Confira os pontos essenciais para tomar a melhor decisão:
    1. Analise a reputação e a força da marca
    O mercado imobiliário vive de confiança. Antes de assinar o contrato, pesquise a presença da
    franqueadora no mercado nacional e regional. Uma marca forte atrai tanto clientes quanto
    corretores talentosos com mais facilidade. Verifique o histórico da empresa e se ela possui
    selos de excelência em franchising.
    2. Avalie o suporte e o treinamento oferecido
    O grande diferencial de uma franquia é o “know-how”. A franqueadora deve oferecer suporte
    jurídico, administrativo e, principalmente, treinamentos constantes para a equipe de vendas.
    Questione como funciona o acompanhamento no dia a dia e se há uma universidade
    corporativa para capacitação.
    3. Verifique a tecnologia e as ferramentas digitais
    Hoje, uma imobiliária eficiente depende de tecnologia. A franquia escolhida deve oferecer um
    CRM robusto, ferramentas de marketing digital, integração com portais imobiliários e soluções
    que facilitem a jornada do cliente (como tours virtuais e assinaturas digitais). Sem inovação, o
    negócio fica para trás.
    4. Estude os custos e a projeção de retorno (ROI)
    Analise detalhadamente a Circular de Oferta de Franquia (COF). Além da taxa de franquia
    inicial, entenda como funcionam os royalties e o fundo de propaganda. Compare esses custos
    com a projeção de faturamento e o tempo estimado de retorno do investimento. Seja realista
    com os números.
    5. Converse com outros franqueados
    Nada substitui a experiência de quem já está na rede. Entre em contato com franqueados ativos
    e pergunte sobre a relação com a franqueadora, o suporte recebido e os principais desafios.
    Essa é a melhor forma de validar se as promessas de venda são cumpridas na prática.
    Escolher a franquia ideal exige equilíbrio entre identificação com os valores da marca e
    viabilidade financeira. Com planejamento, o seu investimento no mercado imobiliário tem tudo
    para ser um sucesso.
    https://www.homehub.com.br/venda/leblon/rio-de-janeiro/rj/brasil/flat

    HomeHub Jardim Oceânico – Imóveis de Alto Padrão
    Av. Olegário Maciel, 231 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ, 22631-000
    (21) 2499-4244

  • Axie Infinity: O que aconteceu com o pioneiro dos jogos NFT?

    Axie Infinity: O que aconteceu com o pioneiro dos jogos NFT? Se você acompanha o mercado de criptomoedas, certamente se lembra de 2021 como o ano do Axie Infinity. O título não apenas popularizou os NFTs, mas introduziu o conceito de Play-to-Earn (jogar para ganhar), transformando a vida de milhares de investidores e jogadores ao redor do mundo. Mas, após o frenesi, o que restou do projeto que chegou a movimentar bilhões de dólares? A Ascensão Meteórica No seu auge, o token AXS valorizou milhares de pontos percentuais, e o SLP (Smooth Love Potion) tornou-se uma fonte de renda real para famílias, especialmente em países como as Filipinas. O Axie Infinity provou que o investimento em criptomoedas poderia ir além do trade passivo, integrando entretenimento e blockchain de forma inédita. O Choque de Realidade e o Hack da Ronin O sucesso estrondoso trouxe desafios proporcionais. A economia do jogo enfrentou uma inflação severa do token SLP, e o modelo de recompensas mostrou-se insustentável a longo prazo. Para piorar, em março de 2022, a rede Ronin (sidechain do jogo) sofreu um dos maiores ataques hacker da história do mercado cripto, com um prejuízo de mais de US$ 600 milhões. Esses fatores, somados ao ciclo de baixa que afetou o Bitcoin e o Ethereum, fizeram o valor dos ativos do jogo despencar mais de 90%. O Axie Infinity Morreu?

    onilx.com.br/central-de-atendimento-sac/

    Longe disso. A Sky Mavis, desenvolvedora do projeto, usou a crise para evoluir. O jogo passou por uma reformulação completa com o lançamento do Axie Infinity: Origins. O foco mudou de “jogar para ganhar” para “jogar e ganhar”, priorizando a diversão e a sustentabilidade econômica em vez de ganhos rápidos. Hoje, o ecossistema continua se expandindo com o desenvolvimento da Appa Land e parcerias com grandes marcas. Lição para o Investidor O caso do Axie Infinity é uma lição sobre a volatilidade e a maturação do setor de Web3 Gaming. Para quem deseja comprar criptomoedas ligadas a jogos, o projeto hoje serve como um exemplo de resiliência. Ele deixou de ser uma “bolha” de ganhos fáceis para se tornar um ecossistema que busca utilidade real para os NFTs, provando que, no mundo cripto, sobreviver ao mercado de baixa é o verdadeiro selo de qualidade.

  • A evolução das DEXs: da baixa liquidez ao domínio do mercado

    Onilx

    Você se lembra da primeira vez que tentou negociar em uma exchange descentralizada (DEX) lá pelos idos de 2017 ou 2018? Se você estava no mercado nessa época, provavelmente a memória traz uma mistura de frustração e ansiedade. Usar plataformas como a EtherDelta era um exercício de paciência e tolerância à dor. A interface parecia um painel de controle de uma usina nuclear soviética, a liquidez era inexistente e, para piorar, você precisava brigar com o gas do Ethereum para cada micro-operação: aprovar, depositar, criar ordem, cancelar ordem. O problema central não era a falta de vontade de usar ferramentas descentralizadas. A dor real era a ineficiência estrutural. Tentar replicar o livro de ofertas (Order Book) tradicional das bolsas de valores dentro de uma blockchain lenta e cara simplesmente não funcionava.

    O resultado? Spread gigantesco (a diferença entre o preço de compra e venda) e uma experiência de usuário que afastava qualquer um que não fosse um entusiasta hardcore de tecnologia. Foi preciso repensar a lógica do mercado financeiro para sair desse buraco. A virada de chave não veio de uma melhoria na interface, mas de uma invenção matemática aplicada às finanças: o Automated Market Maker (AMM). Quando o Uniswap popularizou o modelo x y = k, a necessidade de haver um comprador e um vendedor coincidindo no mesmo segundo desapareceu. Em vez de esperar alguém aceitar sua ordem, você negociava contra uma “piscina” de liquidez (Liquidity Pool). Isso resolveu a dor imediata da execução, mas criou novos desafios. No início, a ineficiência de capital era brutal.

    O dinheiro ficava parado cobrindo faixas de preço que o ativo nunca atingiria – imagine ter dólares parados para comprar ETH a $200 ou a $10.000, quando o preço está estável em $2.000. Era dinheiro morto. Aqui entra a segunda fase dessa evolução, algo que separou os amadores dos profissionais na gestão de liquidez: a liquidez concentrada, introduzida magistralmente pelo Uniswap V3. Ao permitir que os provedores de liquidez (LPs) escolhessem faixas específicas de preço para atuar, as DEXs conseguiram, pela primeira vez, competir em profundidade de mercado com gigantes centralizadas como a Binance ou a Coinbase.

    Hoje, em pares de alta demanda como ETH/USDC, uma DEX frequentemente oferece uma execução de preço (slippage) melhor do que uma CEX para grandes volumes. Isso era impensável há cinco anos. Mas a tecnologia sozinha não domina o mercado; a usabilidade sim. O cenário atual foi moldado pela simbiose entre as DEXs e a infraestrutura de escalabilidade. Tentar fazer Day Trade na rede principal do Ethereum é inviável para o varejo devido às taxas. Contudo, a migração para Layer 2 (como Arbitrum e Base) e blockchains monolíticas de alta performance (como Solana) mudou a dinâmica. Veja o caso da Jupiter na Solana ou da Uniswap na Arbitrum. A experiência de troca é quase instantânea e custa centavos.

    O usuário comum, muitas vezes, nem percebe a complexidade do contrato inteligente rodando nos bastidores. Agregadores de liquidez varrem dezenas de pools em milissegundos para encontrar a melhor rota, fragmentando a ordem se necessário, algo que um humano jamais conseguiria fazer manualmente. Estamos vendo também uma mudança na psicologia do mercado. Após o colapso da FTX e de outras entidades centralizadas que faziam a custódia dos ativos dos usuários, a frase “not your keys, not your coins” deixou de ser um slogan libertário para se tornar uma regra de sobrevivência. A autocustódia, combinada com DEXs eficientes, removeu o medo de ter seus fundos congelados ou desviados por um CEO irresponsável.

  • Simplificar a papelada

    Conheça o Sensia Botânico Índice Imóveis
    Ao comprar uma casa , os compradores se deparam com uma montanha de
    documentos, desde contratos de compra e venda até declarações e aprovações
    de financiamento. Os corretores de imóveis orientam os compradores em todo o
    processo de documentação de forma completa e abrangente, simplificando uma
    tarefa que, de outra forma, seria exaustiva. Os corretores sabem como priorizar
    prazos e simplificar um contrato ou uma cláusula para um comprador
    inexperiente, a fim de evitar erros dispendiosos. No momento da assinatura do
    contrato, o corretor do comprador garante que as assinaturas estejam corretas
    em todos os documentos.
    Indicar você a profissionais da rede deles. Os agentes imobiliários utilizam sua
    rede de contatos para construir um negócio de sucesso, e é por isso que são
    uma fonte confiável para quem busca imóveis outros profissionais durante o
    processo de compra de um imóvel. Seu corretor pode indicar instituições
    financeiras, inspetores de imóveis e empreiteiros. Dois em cada cinco (61%)
    compradores pré-aprovados disseram ter utilizado uma indicação de instituição
    financeira feita por seu corretor de imóveis.
    Coordenação de processos – Os corretores de imóveis entendem que o processo
    de compra pode ser rápido e envolve comunicação constante. Um corretor que
    representa o comprador coordenará tudo com o agente de crédito, o avaliador,
    o inspetor e o corretor do vendedor a qualquer hora do dia. Você pode se
    concentrar em reunir os itens de última hora necessários para o dia do
    fechamento do negócio, enquanto seu corretor cuida das diversas conversas,
    prazos e tarefas para ajudá-lo a concluir a compra no prazo.